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	<title>Diário de um poeta</title>
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	<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 20:34:49 +0000</pubDate>
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		<title>Artigos</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 19:53:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Mendes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Você é  do tamanho dos seus sonhos !!


É muito fácil se omitir diante dos nossos sonhos, mas  eu afirmo se você fizer isso trairá a si mesmo.
E o pior trairá sabendo  que podia e devia lutar pelos seus sonhos, é claro podemos querer ou não  realizar os nossos sonhos . Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div class="post hentry"><a name="6193707053155686177"></a></p>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="wwwandresoares.blogspot.com">Você é  do tamanho dos seus sonhos !!</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<blockquote><p><strong><a href="http://bp3.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBJLUosRDEI/AAAAAAAAAJM/iiRDn1_gcrk/s1600-h/poeta.jpg"><img style="float:left;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp3.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBJLUosRDEI/AAAAAAAAAJM/iiRDn1_gcrk/s320/poeta.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>É muito fácil se omitir diante dos nossos sonhos, mas  eu afirmo se você fizer isso trairá a si mesmo.</p>
<p>E o pior trairá sabendo  que podia e devia lutar pelos seus sonhos, é claro podemos querer ou não  realizar os nossos sonhos . Mas você será um ausente da sua vida, posso dizer  sem dúvida que quem não luta pelos seus sonhos não ama a sua vida!</p>
<p>E  fácil se omitir e falar que a culpa é do governo, do destino e da má sorte. No  entanto, você sabe que somos produto do que pensamos e fazemos.Você é tamanho  dos seus sonhos!!</strong></p></blockquote>
</div>
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<h2 class="date-header"></h2>
<div class="post hentry"><a name="6492597076891167021"></a></p>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="http://wwwandresoares.blogspot.com/2008/04/por-que-sentimos-medo.html">Por  que sentimos medo?</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<blockquote><p><strong><a href="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SATceZtrxyI/AAAAAAAAAIY/r6XazkYftPw/s1600-h/47761989.jpg"><img style="float:left;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SATceZtrxyI/AAAAAAAAAIY/r6XazkYftPw/s320/47761989.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Sentimos medo em virtude de nossa própria sobrevivência.Não há  nada de anormal em sentir medo.</p>
<p>Àquele que nunca sentiu medo é porque  nunca venceu,pois se não sentimos medo à mudança, as vitórias,conquistas serão  meros castelos de areia.</p>
<p>Em primeiro lugar precisamos triturar a  ideía de que corajoso e aquele que não sente medo.Uma farsa imesurável ditada  por quase todos que veneram à mídia entre outros.Corajoso é aquele que sente  medo, mas controla o medo, a ausência total do medo nos faz sermos irracionais  temerarios sem amor a própria existência.</strong></p></blockquote>
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<h2 class="date-header"></h2>
<div class="post hentry"><a name="5423087392132637176"></a></p>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="http://wwwandresoares.blogspot.com/2008/04/o-sucesso-comea-por-voc.html">O  sucesso, começa por você!!!</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<p><a href="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SANX2ZtrxsI/AAAAAAAAAHg/rS7o2HMhenk/s1600-h/151967134.jpg"><img style="float:left;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SANX2ZtrxsI/AAAAAAAAAHg/rS7o2HMhenk/s320/151967134.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<blockquote><p>Antes de expressarmos o nosso sucesso, devemos programar o nosso  cérebro para tal empreendimento.</p>
<p>O nosso cérebro é uma máquina. Máquina  esta que responde perfeitamente àquilo que pedimos, e sobretudo &#8220;como&#8221;  pedimos.Preste atenção, ao que você pede ao seu cérebro pois, ele lhe dará o que  deseja e <em>não o que não deseja</em>!</p></blockquote>
</div>
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<div class="post hentry"><a name="2213373499648005513"></a></p>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="wwwandresoares.blogspot.com">Artigos</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<p><strong><a href="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBJQ7YsRDFI/AAAAAAAAAJc/ZFiptwrF8kM/s1600-h/poeta.jpg"><img style="float:left;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBJQ7YsRDFI/AAAAAAAAAJc/ZFiptwrF8kM/s320/poeta.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<blockquote><p><strong><a href="http://bp3.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SAEeFZtrxrI/AAAAAAAAAHU/CSe0Afugyyc/s1600-h/151967134.jpg"><img style="float:left;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp3.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SAEeFZtrxrI/AAAAAAAAAHU/CSe0Afugyyc/s320/151967134.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Por que comemos tanta emoção?</p>
<p>Não existe  antagonismo concreto entre a emoção e razão que os fazem serem insoluvéis. A  verdade é que nos ensinaram que a emoção é para as mulheres e a razão é para os  homens.Hoje esta mais do que provado que a emoção e a razão ocupam o mesmo setor  do cérebro tanto masculino quanto feminino. Por isso é um fato ingerimos tanta  emoção quanto a razão pela qual nos dita que iremos adquirir quilos e mais  quilos . A emoção não é o contrário da razão e é assim virce-versa.Podemos e  devemos educar a razão para que sejamos mais sociaveis e  bem-sucedidos</p>
<p>O que outro tem que eu ainda não possuo?</p>
<p>Mais de um 1/3 de nossa personalidade é constituída através do olhar do  outro.O que outro tem que eu ainda não possuo?É uma pergunta que todos nós  deveríamos nos fazer.</p>
<p>De fato o outro é um espelho,assim como eu sou  um espelho para o outro .</p>
<p>No entanto, não podemos permitir que os  outros nos compare com outro, até porque somos indefinidos, imensuráveis  únicos.</p>
<p>A ciência do sucesso</p>
<p>O sucesso é uma  ciência,tão exata como física ou matemática ou tão humana como filosofia e  história.</p>
<p>A ciência do sucesso é uma soma de esforços e esforços.No  entanto o sucesso só ocorre quando você já é uma pessoa  bem-sucedida.</p>
<p>O pobre faz daquilo que poderia levá-lo a grandeza, de  trágedia, mau destino.<br />
(André Mendes)</p>
<p>Você quer ter  sucesso?</p>
<p>Todos nós desejamos ter sucesso, acredito que até àqueles que  já nascerão aparetemente bem-sucedidos, almejam ter sucesso.<br />
A grande questão  é que somos movidos a nos compararmos uns com os outros.O sucesso é subjetivo, e  independente de qual seja a sua visão de sucesso , o seu sucesso será aquilo que  você desejar ter.</p>
<p>Os sonhos</p>
<p>Os sonhos são  termômetros do sucesso, são antídotos contra quaisquer possíveis  derrotas.<br />
Sonhar é essencial á nossa auto-estima, se não temos sonhos, nossa  expressão de sucesso será nula. É preciso que sonho se case com a realidade e  com a ação. Assim o seu sucesso será expresso em quilômetros, ao invés de  centímetros.</p>
<p>Sorte,existe?</p>
<p>A Nossa cultura  enfatiza o destino, a sorte como fatores de sucesso. Antes mais nada, sorte,  destino ou quaisquer nomes que dêem ao futuro, Não existe fator tão decisivo  como nós mesmos.<br />
&#8220;Somos o que fazemos, mas somos ,sobretudo o que fazemos  para mudar o que somos” (Eduardo S.) Somos responsáveis pelo nosso futuro. É  mais fácil dizer que não conseguimos o sucesso pelo a ausência de sorte ou  porque o destino é esse ou aquele.<br />
Deixemos a hipocrisia de lado, o nosso  sucesso é conseqüência de nossos esforços, e os únicos responsáveis pelo nosso  fracasso é nós mesmos.</strong></p></blockquote>
<p></strong></p>
</div>
</div>
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		<title>Temas</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 19:25:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Mendes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Dissertação em dia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Tema :  A desconfianca é a causa da maioria dos desentendimentos ?



O diálogo: - ferramenta múltipla
Confiar em em uma  pessoa não e seguro de fidelidade,seja qual for o relacionamento.E saber que  outro e também um ser humano, mesmo que venha a ser infiel.
Muitos  desentendimentos têm a estirpe na ausência de diálogo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div class="post hentry"><a name="3093754833587710778"></a></p>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="wwwandresoares.blogspot.com">Tema :  A desconfianca é a causa da maioria dos desentendimentos ?</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<p><strong></p>
<blockquote><p><a href="http://bp3.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBYqFosRDLI/AAAAAAAAAKM/Y6I0bA52Tuo/s1600-h/poeta.jpg"><img style="float:left;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp3.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBYqFosRDLI/AAAAAAAAAKM/Y6I0bA52Tuo/s320/poeta.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
O diálogo: - ferramenta múltipla</p>
<p>Confiar em em uma  pessoa não e seguro de fidelidade,seja qual for o relacionamento.E saber que  outro e também um ser humano, mesmo que venha a ser infiel.</p>
<p>Muitos  desentendimentos têm a estirpe na ausência de diálogo e não na específica  desconfiança.</p>
<p>O diálogo ainda é o melhor antídoto.A desconfiança existe  em caso particular, embora muitos a negue o que faz crescê-la ainda mais.Sejamos  honestos com nós mesmos, o diálogo é a melhor forma de  desculpar-se.</p></blockquote>
<p></strong></p>
</div>
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<div class="post hentry"><a name="1081409605359631062"></a></p>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="wwwandresoares.blogspot.com">Tema:  Sexo e adolescência - uma fase de diálogos</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<blockquote><p><strong><a href="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBXZDosRDII/AAAAAAAAAJ0/2CQb2Bjngf0/s1600-h/poeta.jpg"><img style="float:left;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBXZDosRDII/AAAAAAAAAJ0/2CQb2Bjngf0/s320/poeta.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
<em><em>O diálogo como instrumento consciente de  formação</em>!</em></p>
<p>A sexualidade passou, nas últimas décadas por  profundas mudanças, no entanto não houveram diálogos suficientes.<br />
Dialogar  sexualidade, exige dos pais, professores e educadores em geral uma visão  peculiar sobre os adolescentes, pois eles têm neste século,um acesso  inimaginável sobre a sexualidade.Embora eles se sentem decepcionados, não  conseguem serem seguros quanto ao agir e como agir, na hora de uma iminente  relação sexual.<br />
Dialogar com os jovens é indispensável, para formá-los  adultos felizes e saudáveis, sem contudo submetê-los a uma preliminar  metodologia.Dialogar é acima de tudo trocar experiências.</strong></p></blockquote>
</div>
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<div class="post hentry"><a name="1563429700618650509"></a></p>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="wwwandresoares.blogspot.com">Tema :  Trabalho Infantil</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<p><strong><a href="http://bp3.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBXW84sRDHI/AAAAAAAAAJs/AUMoM-wk3Bg/s1600-h/poeta.jpg"><img style="float:left;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp3.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBXW84sRDHI/AAAAAAAAAJs/AUMoM-wk3Bg/s320/poeta.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
<em>O Brasil desconhecido</em></p>
<p>Deixemos a hipocrisia  de lado, trabalho infantil é um ato mais que arcaico e no entanto, ainda é  cometida nos dias de hoje.<br />
Um absurdo que agrega não somente um  esquartejamento na infância de cada nova vítima, como o próprio país naufraga  defronte a ineficiente de uma solução definitiva.<br />
A infância é um direito  constitucional,porém reconheçamos que o mercado clandestino infantil é um por um  lado , mantido seja nas zonas rurais na sua maioria e nas metrópoles na sua  minoria, sendo em alguns casos superando as fronteiras nacionais, como as  exportações de crianças que abastecem tanto o trabalho quanto a  prostituição.<br />
Apesar disto creiamos que o &#8220;osso&#8221; que alimenta o trabalho  infantil é uma questão pública,convenhamos em aceitá-la como um problema nosso,  assim como disse a escritora Marina Colassanti, em um crônica sua: &#8221; <em>Não  existe meninos de rua e sim meninos na rua.&#8221; </em>Admitamos de um vez por todas,  que o trabalho infantil é tão real como inadmissível no século XXI.Não obstante  aos avanços inimagináveis tecnológicos, alimenta em suas raízes problemas de  carácter primitivo que muitos ignoram como, se não fossem seus.</strong></p>
</div>
</div>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/poetasoares.wordpress.com/17/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/poetasoares.wordpress.com/17/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/poetasoares.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/poetasoares.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/poetasoares.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/poetasoares.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/poetasoares.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/poetasoares.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/poetasoares.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/poetasoares.wordpress.com/17/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/poetasoares.wordpress.com/17/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/poetasoares.wordpress.com/17/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=poetasoares.wordpress.com&blog=3283270&post=17&subd=poetasoares&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Fúria</title>
		<link>http://poetasoares.wordpress.com/2008/05/14/furia/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 18:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Mendes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Conto em destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[


Fúria
O telefone tocou, no ímpeto, o agarrou, ainda sonolento.Era a irmã, com a voz pastosa, dizendo que acabará de sofrer violência derivada de uma briga com o marido.
Alex, jovem de 27 anos, tinha vaga ou nenhuma recordação de espancamento, nem dos seus pais. Mônica sua irmã, se casará tão cedo quanto engravidará.
Embora, não acreditasse de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SCswLSVP5CI/AAAAAAAAAMk/OvTCCg_5Ao0/s1600-h/47761989.jpg"><img style="display:block;cursor:hand;text-align:center;margin:0 auto 10px;" src="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SCswLSVP5CI/AAAAAAAAAMk/OvTCCg_5Ao0/s320/47761989.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
<a href="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SCswGSVP5BI/AAAAAAAAAMc/xn4OzXStnuo/s1600-h/47761989.jpg"><img style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" src="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SCswGSVP5BI/AAAAAAAAAMc/xn4OzXStnuo/s320/47761989.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
<a href="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SCsv7iVP5AI/AAAAAAAAAMU/t48Y6IQ4uZQ/s1600-h/47761989.jpg"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SCsv7iVP5AI/AAAAAAAAAMU/t48Y6IQ4uZQ/s320/47761989.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Fúria</p>
<p>O telefone tocou, no ímpeto, o agarrou, ainda sonolento.Era a irmã, com a voz pastosa, dizendo que acabará de sofrer violência derivada de uma briga com o marido.</p>
<p>Alex, jovem de 27 anos, tinha vaga ou nenhuma recordação de espancamento, nem dos seus pais. Mônica sua irmã, se casará tão cedo quanto engravidará.</p>
<p>Embora, não acreditasse de imediato no desabafo da irmã, lágrimas de revolta de indignação coria-lhe a face. Na hora queria matar o cunhado, que sendo o que é, não merecia nenhum tipo de pena.</p>
<p>No outro dia, já mais calmo, ligou de volta para Mônica, Esta lhe respondeu que passaram a noite separados, ele o marido estava bêbado e a espancou ainda grávida do segundo filho. Alex se pudesse mataria o cunhado a sangue-frio, o ódio subiu-lhe tanto que desligou o telefone no impulso.</p>
<p>Meses depois, Alex ouvirá de uma colega comum entre Mônica e ele, que ela havia separado, mas voltará três vezes seguidas.</p>
<p>O telefone toca, mais uma vez, o número já conhecido. Ameaça atender. Contudo a raiva,a indignação, agora da irmã, por aceitar o monstro do marido. Atirou o telefone pela janela e com, a face deformada pela fúria, disse em um grito:<br />
- Vá para o inferno!</p>
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			<media:title type="html">Andremendes</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Novas Poesias</title>
		<link>http://poetasoares.wordpress.com/2008/04/29/novas-poesias/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 20:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Mendes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novas poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Novas Poesias

 


SONHO
Eu sou de aço assim como os meus
sonhos.
Eu sou do tamanho
dos meus
sonhos
que são do tamanho do universo.
Os meus sonhos são de hoje
e de todos.
Mistério
O teu olhar
é um
enigma
O teu sorriso
mistério que
não
decifro.
Como
sentinela
você observa
e
indaga todos e tudo,
O
mistério começa
com olhar,
Olhar de curiosidade,
sem conceito,
virgem
de si.
Mistério começa e
termina com o olhar
dos
dicionários.
Algo
Algo me invade e
ensurdece
o meu escuro
como um grito feminino
estalado pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3 class="post-title entry-title"><a href="http://poetasoares.wordpress.com/wp-admin/wwwandresoares.blogspot.com">Novas Poesias</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<p> </p>
<blockquote><p><strong><a href="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBd_cIsRDTI/AAAAAAAAALM/x2tefpqKn1E/s1600-h/poeta.jpg"><img style="float:right;cursor:hand;margin:0 0 10px 10px;" src="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBd_cIsRDTI/AAAAAAAAALM/x2tefpqKn1E/s320/poeta.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
<a href="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBd_R4sRDSI/AAAAAAAAALE/2jelCv7vdLk/s1600-h/poeta.jpg"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBd_R4sRDSI/AAAAAAAAALE/2jelCv7vdLk/s320/poeta.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>SONHO</p>
<p>Eu sou de aço assim como os meus<br />
sonhos.</p>
<p>Eu sou do tamanho<br />
dos meus<br />
sonhos<br />
que são do tamanho do universo.</p>
<p>Os meus sonhos são de hoje<br />
e de todos.</p>
<p>Mistério</p>
<p>O teu olhar<br />
é um<br />
enigma</p>
<p>O teu sorriso<br />
mistério que<br />
não<br />
decifro.</p>
<p>Como<br />
sentinela<br />
você observa<br />
e<br />
indaga todos e tudo,</p>
<p>O<br />
mistério começa<br />
com olhar,</p>
<p>Olhar de curiosidade,<br />
sem conceito,<br />
virgem<br />
de si.</p>
<p>Mistério começa e<br />
termina com o olhar<br />
dos<br />
dicionários.</p>
<p>Algo</p>
<p>Algo me invade e<br />
ensurdece<br />
o meu escuro<br />
como um grito feminino<br />
estalado pelo soco covarde.</p>
<p>Algo me invade e me arde<br />
de dentro para fora,como os Estados,<br />
Municípios<br />
sem nação.<br />
Algo me invade e não demora sair.</p>
<p>Não -poesia</p>
<p>Armaram-se de<br />
ternos e gravatas,</p>
<p>Onde estão os poetas?</p>
<p>Imcubidos de dizer<br />
aquilo que não sentimos,</p>
<p>Onde estão os poetas?</p>
<p>Longínquo momento<br />
de deleite da palavra,</p>
<p>A não-poesia instalou<br />
nos ventres<br />
dos poetas,</p>
<p>Onde estão os poetas?</p>
<p>Arte</p>
<p>Múltiplas cópias<br />
de segundo marcam<br />
o compasso da arte.</p>
<p>Arte ingrata que recebe<br />
mais que fornece.</p>
<p>Arte maldita,<br />
arte de graça!</p>
<p>Arte, não infinita,<br />
não arte mas arte,</p>
<p>Arte que não reduz a si mesmo<br />
é mesmo arte?</p>
<p>Fome</p>
<p>Tenho fome<br />
da fome<br />
do mundo.</p>
<p>Fome inconsumível<br />
dentro<br />
de uma migalha<br />
de minuto.</p>
<p>Fome que<br />
não rima com nada<br />
fome que não sente fome.</p>
<p>Fome que consome<br />
que não some.<br />
Fome que mata o homem?</p>
<p>Será?</p>
<p>Preciso pular o muro que me<br />
cega a utotopia</p>
<p>Impreciso<br />
penso não fazer parte da<br />
ausência<br />
de mim.</p>
<p>Cuspo injustiça,urino<br />
estrupos,vomito<br />
mortes e assaltos,</p>
<p>Engasgo com os jornais.</p>
<p>Repenso,<br />
Haverá sentido para tudo isso?</p>
<p>Sonho II</p>
<p>Sou feito desse<br />
material,<br />
denominado<br />
sonho</p>
<p>A certeza da<br />
minha<br />
existência</p>
<p>A aposta<br />
da minha vida,</p>
<p>Sou feito<br />
desse material<br />
chamado<br />
sonho,<br />
cuja<br />
o símbolo<br />
cristaliza<br />
o meu dia.</p>
<p>Parto</p>
<p>Parto para perto<br />
do porto<br />
de pedra<br />
da minha vida.</p>
<p>Se não pudesse partir,<br />
o que faria?<br />
Voaria como<br />
vento<br />
metarfoseando<br />
numa brisa<br />
criando raios, rasos<br />
risonhos de sol!</p>
<p>Parto para dentro<br />
de ausência de mim numa<br />
crua procura de mim.</p>
<p>Medo(?)</p>
<p>Quem és?<br />
Quero lamber as suas feridas<br />
medo, quem és?<br />
Não sinto pavor de te,<br />
mas sim angústia de<br />
sua ausência.<br />
A lacuna do fundo<br />
do<br />
oceano.</p>
<p>Medo,<br />
para quê?<br />
se medo, temos todos?</p>
<p>Medo,<br />
incógnita<br />
Perdida no espaço<br />
triangular<br />
dos nossos atos.<br />
Medo, sinto medo.<br />
da ausência de te.</p>
<p>Greve</p>
<p>O poeta esta de greve<br />
Não remunerada<br />
Taxada<br />
De adeptos<br />
Sensibilizados<br />
Com abstinência<br />
Incomum.</p>
<p>O poeta não fala<br />
Ontem bebeu<br />
Um café lê um jornal.<br />
Saiu.</p>
<p>Partiu sem se despedir da empregada,<br />
A repartição do<br />
Trabalho e da vida<br />
clamam<br />
poesia no entanto<br />
o poeta esta de greve, não remunerada disfarçada de<br />
férias prolongadas.</p>
<p>Tempo</p>
<p>Embelecido por ontem a semana<br />
Passada namorou-se com o ano retrasado.<br />
Há uma hora atrás paralisou<br />
A semana que ‘vêm’.</p>
<p>O amanhã não veio nem o<br />
ontem nem o<br />
hoje.</p>
<p>Amanhã, virão<br />
Todos atrasados por terem se perdido<br />
No tempo globalizado.</p>
<p>Sofrimento</p>
<p>Hematomas pulsam<br />
a hipertensão da aurora.</p>
<p>A mulher cospe sangue.<br />
O seu genital ainda torturado<br />
declara ausência<br />
diária, mensal, anual<br />
de carinho.</p>
<p>Cinco de Novembro<br />
as cinco horas do quinto dia do mês<br />
na quinta esquina,<br />
a mulher esta drogada e lúcida,<br />
no entanto seus hematomas<br />
sorriem para as estrelas<br />
congeladas no gesso nulo<br />
do seu sorriso lindo!</strong></p></blockquote>
</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Meu Livro palavra em órbita!</title>
		<link>http://poetasoares.wordpress.com/2008/04/29/meu-livro-palavra-em-orbita/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 20:17:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Mendes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Meu livro :palavra em órbita]]></category>

		<category><![CDATA[Add new tag]]></category>

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		<description><![CDATA[
Poema de abertura
Liberdade
Sou livre como as estrelas,
que brilham para o universo,
e para si mesmos.
Sou livre, tanto quanto
as minhas asas,
e tenho a liberdade
do silêncio,
e a prisão dos dicionários.
A palavra
È tudo que preciso
A palavra
A minha Oceania
Meu arquipélago
De solidão,
Palavra, absurda inaceitação!
Palavra
é tudo!
Biblioteca
O que tem?
A palavra
De tudo
O nada,
O absurdo
Do acumulo?
O que tem
A mudez
ou nudez
despida e crua ?
Medo
Coloquei um
vestido
despido
para meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBd854sRDQI/AAAAAAAAAK0/0q965a6dRuE/s1600-h/poeta.jpg"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBd854sRDQI/AAAAAAAAAK0/0q965a6dRuE/s320/poeta.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Poema de abertura</p>
<p>Liberdade</p>
<p>Sou livre como as estrelas,<br />
que brilham para o universo,<br />
e para si mesmos.</p>
<p>Sou livre, tanto quanto<br />
as minhas asas,<br />
e tenho a liberdade<br />
do silêncio,<br />
e a prisão dos dicionários.</p>
<p>A palavra</p>
<p>È tudo que preciso<br />
A palavra<br />
A minha Oceania<br />
Meu arquipélago<br />
De solidão,</p>
<p>Palavra, absurda inaceitação!<br />
Palavra<br />
é tudo!</p>
<p>Biblioteca</p>
<p>O que tem?<br />
A palavra<br />
De tudo<br />
O nada,<br />
O absurdo<br />
Do acumulo?</p>
<p>O que tem<br />
A mudez<br />
ou nudez<br />
despida e crua ?</p>
<p>Medo</p>
<p>Coloquei um<br />
vestido<br />
despido<br />
para meu medo.</p>
<p>Vomitei um orgasmo<br />
puro<br />
o medo<br />
cifrou um<br />
novo<br />
enigma</p>
<p>Sinto medo<br />
tão incoerente<br />
mas crente ardente<br />
de convicção<br />
cuja<br />
a minha existência se<br />
faz sentir.</p>
<p>INSTINTO</p>
<p>Viajo no<br />
oceano<br />
do meu desejos.</p>
<p>Naufrago<br />
pois o<br />
mistério<br />
não cabe a<br />
mim responder.</p>
<p>Transpiro<br />
no<br />
único<br />
jacto<br />
de suor.</p>
<p>Desejo vulcânico<br />
continua<br />
a lavar<br />
a minha inquietude.</p>
<p>O meu desejo<br />
já não mais meu<br />
é alheio<br />
a mim.</p>
<p>Transgrido<br />
os meus valores<br />
exponho a face<br />
à tapas,</p>
<p>Eu não me<br />
rendo!<br />
Sou dono e responsável pelo<br />
meu delírio<br />
racional.</p>
<p>ESTAÇÕES</p>
<p>Encontro flores<br />
no inverno desconhecido.</p>
<p>O outono dos nosso braços despiu<br />
a saudade.</p>
<p>A lacuna inocente da primavera<br />
para o verão<br />
faz de mim<br />
um poeta solidário<br />
com mundo.</p>
<p>Hoje</p>
<p>Quero beijar o seu<br />
sexo<br />
até que as estrelas ninem<br />
o nosso<br />
orgasmo.</p>
<p>Para sugarmos o<br />
prazer mútuo no suor</p>
<p>do nosso corpo.</p>
<p>E &#8230;gememos<br />
e gritamos<br />
para as estrelas<br />
testemunhas<br />
de nosso<br />
delírio de amor.</p>
<p>Culpa</p>
<p>Sinto a culpa<br />
da desculpa.</p>
<p>Sinto o cansaço<br />
de mil<br />
Evereste.</p>
<p>A<br />
sensação de derrota<br />
como<br />
um um<br />
hálito<br />
diário<br />
lindo<br />
no café da manhã.</p>
<p>Culpa sentimento<br />
emoção destituída</p>
<p>Confissão</p>
<p>O meu relógio vomitou<br />
Números<br />
Cifras bilionárias.</p>
<p>O meu relógio cuspiu de<br />
Si ponteiros<br />
E segundos,<br />
Minutos, horas.</p>
<p>O meu relógio já<br />
Não mas inteiro,<br />
Torturado pelo tempo<br />
Confessou seu último desejo:<br />
-divórcio eterno ao tempo.</p>
<p>Preciso</p>
<p>Preciso<br />
morar<br />
comigo<br />
mesmo.</p>
<p>Transar comigo<br />
mesmo<br />
até<br />
inorgasmo<br />
de inaptidão.</p>
<p>Até dizer<br />
que não confundo<br />
medo com<br />
corvadia.</p>
<p>Preciso<br />
arrancar<br />
essa máscara<br />
que<br />
me esconde.</p>
<p>Protagonista<br />
de ser<br />
que teme<br />
a si.</p>
<p>Esconde<br />
a real face<br />
na inaptidão<br />
das luas cheias.</p>
<p>Preciso tirar<br />
isso de mim.</p>
<p>Preciso<br />
de nada<br />
para tudo.</p>
<p>Tirania da bondade</p>
<p>Possuo uma bondade<br />
dos tiranos,</p>
<p>A benevolência<br />
dos homicidas,</p>
<p>O sorriso<br />
das prostitutas<br />
sem sexo,</p>
<p>A paixão dos fascistas</p>
<p>Tenho a<br />
bondade<br />
daqueles<br />
que matam<br />
sem querer.</p>
<p>Sorte</p>
<p>A inexistência<br />
de<br />
te faz do nada o vazio<br />
da lacuna<br />
um abismo<br />
da montanha um planalto,</p>
<p>A sorte traduzível<br />
pelas culturas, inexistente<br />
nua e inocente,</p>
<p>Jamais beija<br />
a existência<br />
dos nossos<br />
atos.</p>
<p>Verdade</p>
<p>Quem és?<br />
Um dado<br />
jogado no escuro<br />
por um cego - mudo?</p>
<p>Verdade<br />
uma outra<br />
face sem rosto<br />
a palavra<br />
sem letras<br />
A arte sem nada?</p>
<p>Verdade se não fosse<br />
você mesmo.<br />
O que seria de te?</p>
<p>Indeciso</p>
<p>Estou indeciso<br />
entre eu e mim mesmo.</p>
<p>Fujo da decisão homicida<br />
que beira<br />
a uma divisão de mim.</p>
<p>Tenho medo de fracassar<br />
e reencontrar a minha real<br />
Pequenez.<br />
Toda a minha grandeza<br />
do tamanho de uma lágrima.</p>
<p>Estou indeciso<br />
não fugitivo,<br />
estou incerto<br />
não incorreto.<br />
Preciso tirar ferias<br />
de mim.</p>
<p>Íntimo</p>
<p>Alguns momentos<br />
São tão meus,<br />
Que não lhes dou<br />
A ninguém,</p>
<p>São momentos<br />
Sexo e nem identidade.<br />
para sempre.</p>
<p>Não Verás o pôr-do-sol</p>
<p>Acorda-te<br />
não verá s crianças<br />
brincando,</p>
<p>Acorda-te<br />
não amarás a última mulher.</p>
<p>Acorda-te<br />
não viverás a última chama.</p>
<p>Acorda-te<br />
não verás o segredo embutido na carne.</p>
<p>Acorda-te não darás o último sorriso.</p>
<p>Acorda-te:<br />
- É preciso ver a impureza do mundo.</p>
<p>Sob o Corpo</p>
<p>As minhas mãos<br />
percorrem os rios<br />
do teu corpo</p>
<p>Segue o curso<br />
no suor<br />
ao teu<br />
umbigo</p>
<p>Ainda há cachoeiras<br />
nos teus seios,<br />
há mistérios no teu corpo<br />
demais para<br />
o anonimato.</p>
<p>Para o Corpo</p>
<p>Hei de pegá-la<br />
e traçar um limite<br />
dos teus gestos e gemidos<br />
traçarei sempre<br />
com beijos ininterruptos<br />
sob o teu corpo inteiro.</p>
<p>Na selva, na miragem,<br />
na cobertura<br />
do mistério.</p>
<p>Na calma mútua<br />
sob a cama<br />
um oceano de gozo.</p>
<p>Sonhar</p>
<p>Sonhar é outra<br />
forma<br />
de amar</p>
<p>Quem sonha<br />
Tem um caso de<br />
Amor com<br />
a vida.</p>
<p>Uma Lágrima</p>
<p>Quanto vale uma lágrima,<br />
salgada e cheia,<br />
destas que inundam e<br />
curam a alma,<br />
uma gota, pequena e serena.</p>
<p>Uma lágrima densa<br />
que dança entre os contornos<br />
da face bela e morena.<br />
uma lágrima apenas,<br />
que lave a minha impureza.</p>
<p>Quanto vale uma lágrima<br />
ao qual o mar abriga?<br />
quanto será que vale um<br />
oceano imerso de lágrimas?</p>
<p>Um Pequeno Passo</p>
<p>Um pequeno passo<br />
faz um pássaro ser livre<br />
e mãos trêmulas<br />
paralisarem por iminente segurança.</p>
<p>Um passo verdadeiro<br />
faz a vida<br />
no instante novo.</p>
<p>Casa-Corpo</p>
<p>Não possuo corpo,<br />
a minha casa é a<br />
fagulha do tempo</p>
<p>Adquiro novos hábitos<br />
cada mudança<br />
deixo de me pertencer.</p>
<p>Não tenho casa<br />
tampouco corpo,<br />
sou andarilho que<br />
renega a sua<br />
própria<br />
transitoriedade.</p>
<p>Assassinato</p>
<p>Corro<br />
Amplio-me<br />
Na multidão</p>
<p>A vida urbana tragada<br />
A cada<br />
Instante de<br />
Inexistência de ar.</p>
<p>Uma Mãe</p>
<p>Uma mulher estéril chora,<br />
se ela pudesse arrancaria<br />
o seu útero<br />
e o faria<br />
brotar das cinzas.</p>
<p>Mulher tão feita,<br />
Tão impura,<br />
Castigada pela a sua<br />
Própria fraqueza;</p>
<p>E, no entanto,<br />
Quando mãe<br />
Torna-se a uma outra primavera,<br />
Com várias<br />
e invisíveis flores,<br />
ressurge e<br />
renasce<br />
MÃE!</p>
<p>Forma e conteúdo</p>
<p>Quero escrever uma poesia<br />
Que seja de<br />
Conteúdo simples.</p>
<p>Quero escrever uma poesia<br />
Que ultrapassa<br />
Os limites<br />
Da forma.</p>
<p>Quero escrever,<br />
Uma poesia<br />
Que flutua como<br />
Estrelas,<br />
Mas de infinita<br />
expressividade</p>
<p>23/08/07</p>
<p>Adolescente</p>
<p>Existe uma constelação de<br />
Mil planetas<br />
Dentro de cada adolescente.</p>
<p>Inexiste a pureza<br />
Da beleza,<br />
Inexiste<br />
o nada.</p>
<p>Seres humanos</p>
<p>Somos muitos<br />
tão inigualáveis e frágeis<br />
tão singulares e imprevisíveis,<br />
somos seres humanos.</p>
<p>somos muitos<br />
talvez hajam mais,<br />
somos muitos,<br />
Por isso, ainda, somos.<br />
seres humanos.</p>
<p>Sereia anônima</p>
<p>Não possui areia,<br />
Mas a brisa do teu<br />
Corpo<br />
É o encanto<br />
Dos mares!</p>
<p>Ouro Preto</p>
<p>Ouro Preto caminha com a gente<br />
respira e renasce,<br />
a cada romaria nova<br />
e ressurge das cinzas.</p>
<p>Ouro Preto lembra tudo!<br />
As suas montanhas,<br />
é o regresso<br />
do vale de seus<br />
Segredos,</p>
<p>Despeço-me de mim mesmo<br />
Dentro de Ouro Preto,<br />
E volto ao<br />
Seu cheiro<br />
De esperança!</p>
<p>Hoje II</p>
<p>Hoje preciso falar<br />
Preciso<br />
Dizer<br />
A resposta<br />
Que jamais<br />
Ouvi.</p>
<p>Não é preciso que meus olhos<br />
Espelham-se<br />
Nas montanhas irreais<br />
Das demagogias.</p>
<p>Esquina perdida</p>
<p>Onde eu<br />
Deixei-me?<br />
Nos braços da liberdade?<br />
Ou nos ecos<br />
Das utopias?<br />
Nas eqüinas<br />
Sujas e surdas<br />
Dos políticos?<br />
Ou na<br />
Palavra morta<br />
Dos visionários?</p>
<p>Ciúme</p>
<p>De que você é feito?<br />
De medo<br />
Ou de<br />
Vida?</p>
<p>Do que eu gosto?</p>
<p>Do computador?<br />
De desenhar<br />
Do meu quase nada<br />
Do meu absurdo?</p>
<p>Do que eu gosto?<br />
Da vida</p>
<p>Ou do medo?<br />
Do abismo<br />
Ou<br />
Do<br />
Vício.</p>
<p>Indizível</p>
<p>Tenho uma palavra<br />
Há anos<br />
Perdida dentro de min</p>
<p>Uma palavra,<br />
Que desconheço<br />
Não existe nos dicionários,<br />
É o mistério de<br />
Mim.</p>
<p>Silêncio</p>
<p>Quem pode<br />
Ser mais potente<br />
Que tu?<br />
Que grita e<br />
Inquieta<br />
Os surdos!</p>
<p>A minha Angústia</p>
<p>A minha angústia<br />
é do amanhecer<br />
Crescente e aguda.</p>
<p>A minha angústia<br />
Fala de<br />
Mim mesmo.<br />
De quem tanto<br />
Temo!&#8230;</p>
<p>Quero<br />
Quero ser livre<br />
Como o sonho<br />
Das estrelas.</p>
<p>Quero ser livre<br />
Como o beijo<br />
Proibido dos amantes.</p>
<p>Quero ser livre<br />
Como o próprio<br />
Sonho,<br />
Que não tem sexo<br />
nem identidade.</p>
<p>Estou</p>
<p>Estou<br />
drogado<br />
pela realidade.</p>
<p>Alcanço<br />
a nirvana,</p>
<p>Mas, o<br />
meu delírio<br />
continua<br />
fluorescente.</p>
<p>As tardes rosadsa,<br />
nuas , inocentes,<br />
respiram<br />
o acochego de segurança<br />
imprescendível<br />
que clamo aos céus!</p>
<p>Bebo<br />
a solidão dos<br />
fanáticos<br />
e permito-me<br />
a invasão de todos,<br />
não na minha<br />
intimidade!<br />
Desbitada por mim<br />
há milênios&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</p>
<p>Expresso<br />
o que todos<br />
desejam,<br />
um anseio<br />
coletivo.</p>
<p>Agora, sirvo<br />
de mim mesmo,<br />
sem saída<br />
encontoro-me<br />
na esquina esquecida&#8230;.</p>
<p>Vencido, não fujo!<br />
Tenho a loucura<br />
dos lúcidos,<br />
acerteza dos monótonos<br />
que não vale nada!</p>
<p>As minhas certezas<br />
não valem nada?<br />
Talvez valha , o<br />
cuspe de um mendigo<br />
fruto<br />
do capitalismo.</p>
<p>Ainda, que<br />
haja<br />
explicação,<br />
o meu coma<br />
no hiato de<br />
segundo,<br />
durou<br />
anos-luzes,<br />
até a eternidade é curta&#8230;.</p>
<p>Volto, porque o espelho da realidade<br />
me chama,<br />
Por isso, estou em<br />
pura overdose,<br />
maldita realidade!<br />
Maldita seja ela!!!</p>
<p>Por que<br />
vã realidade<br />
esterializa<br />
toda a minha criação?</p>
<p>Relógio sem hora,<br />
comemos<br />
emoções em tubos<br />
Morremos taõ cedo<br />
quanto jamais imaginamos<br />
apesar<br />
de existirmos<br />
estamos<br />
mortos<br />
somos<br />
vômitos<br />
do que sentimos ser!</p>
<p>Preciso<br />
de ilusões<br />
que me tire<br />
dessa hipnose<br />
ridícula.</p>
<p>Quero,<br />
a essência<br />
de mim&#8230;<br />
de volta</p>
<p>Só ela<br />
exorcita<br />
o meu<br />
desejo<br />
de resolver</p>
<p>a utopia<br />
do meu ser.</p>
<p>A Um Novo Amor</p>
<p>Antes que a chama se apague,<br />
gritarei alto<br />
e teu nome</p>
<p>para os pássaros se encantarem.<br />
Gritarei defrente aos horizontes<br />
tudo que sinto, por você!</p>
<p>Mas isto é pouco<br />
pois, tenho agora, meu amor<br />
todo o sentimento de uma vida<br />
e não vou desperdiçá-lo.</p>
<p>Por isso abro os braços,<br />
dou-lhe o que tenho:<br />
- Um coração, cheio<br />
de esperança, transmudado<br />
em rosas.</p>
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		<media:content url="http://a.wordpress.com/avatar/poetasoares-128.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Andremendes</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBd854sRDQI/AAAAAAAAAK0/0q965a6dRuE/s320/poeta.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Todas as minhas poesias</title>
		<link>http://poetasoares.wordpress.com/2008/04/28/todas-as-minhas-poesias/</link>
		<comments>http://poetasoares.wordpress.com/2008/04/28/todas-as-minhas-poesias/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 21:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Mendes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Todas as minhas poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Todas minhas poesias


Ao Meu Pai
No espelho
de minha
educação
há uma pai-poeta.
Ao qual,
o que sou
devo-o humildemente.
No entanto
admiro-o
como um herói
e lutaria e daria a
minha vida por ele
em
qualquer guerra.
Jamais esqueço
dos seus conselhos
de sua maneira quase patriota
De defender-nos,
Um abraço apenas
a um pai
que potencializou
Todas as suas forças
na minha mira.
A este pai agradeço
e peço
que eu seja
ao menos um terço
do que fora
Para mim.
Ìntimo
Alguns momentos
são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3 class="post-title entry-title"><a href="http://wwwandresoares.blogspot.com/2008/04/todas-minhas-poesias.html">Todas minhas poesias</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<p><a href="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/R_-Gw75tWEI/AAAAAAAAAGw/7UpbBqpWAKA/s1600-h/151967134.jpg"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/R_-Gw75tWEI/AAAAAAAAAGw/7UpbBqpWAKA/s320/151967134.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Ao Meu Pai<br />
No espelho<br />
de minha<br />
educação<br />
há uma pai-poeta.<br />
Ao qual,<br />
o que sou<br />
devo-o humildemente.</p>
<p>No entanto<br />
admiro-o<br />
como um herói<br />
e lutaria e daria a<br />
minha vida por ele<br />
em<br />
qualquer guerra.<br />
Jamais esqueço<br />
dos seus conselhos<br />
de sua maneira quase patriota<br />
De defender-nos,<br />
Um abraço apenas<br />
a um pai<br />
que potencializou<br />
Todas as suas forças<br />
na minha mira.</p>
<p>A este pai agradeço<br />
e peço<br />
que eu seja<br />
ao menos um terço<br />
do que fora<br />
Para mim.</p>
<p>Ìntimo</p>
<p>Alguns momentos<br />
são tão meus,<br />
que não lhes dou<br />
a ninguém,<br />
São momentos,<br />
de nunca<br />
para sempre.</p>
<p>Silêncio</p>
<p>É no silêncio que me formo<br />
Personalizo-me.<br />
Com a faísca<br />
da solidão.</p>
<p>Procuro junto ao silêncio,<br />
pores-do-sol<br />
no inverno silencioso,<br />
denso e sensível.</p>
<p>Ao pôr-do-sol</p>
<p>As tardes rosadas assustam-me<br />
numa soleira do tempo,<br />
O pôr-do-sol é mágico.<br />
Parto à deriva, sem rumo.<br />
Jamais vi tardes tão lindas<br />
quanto as do inverno,<br />
o frio umedecido,<br />
descreve que tudo é belo.<br />
O pôr-do-sol é leve<br />
e denso de emoção<br />
forte de completude!<br />
O pôr-do-sol é a minha<br />
Inspiração contínua.</p>
<p>Escada<br />
Subo a escada<br />
Do<br />
Medo.<br />
Ofegante, paro e percebo.<br />
O suor sair de meu ventre,</p>
<p>Subo<br />
E<br />
Desço<br />
Todos os dias e<br />
Esqueço-me sempre<br />
Da paisagem.</p>
<p>Ciúme</p>
<p>De que você<br />
é feito?<br />
De medo ou<br />
Ou<br />
De<br />
Vida?</p>
<p>Forma e conteúdo</p>
<p>Quero escrever uma poesia<br />
Que seja de<br />
Conteúdo simples.<br />
Quero escrever uma poesia<br />
Que ultrapassa<br />
Os limites<br />
Da forma.</p>
<p>Quero escrever,<br />
Uma poesia<br />
Que flutua como<br />
estrelas,<br />
sem mas de infinita<br />
expressividade!</p>
<p>Sonhar<br />
Sonhar é outra<br />
forma<br />
de amar</p>
<p>Quem sonha<br />
Tem um caso de<br />
Amor com<br />
a vida.</p>
<p>Adolescente</p>
<p>Existe uma constelação de<br />
Mil planetas<br />
Dentro de cada adolescente.</p>
<p>Inexiste a pureza<br />
Da beleza,<br />
Inexiste<br />
o nada.</p>
<p>Os Lábios<br />
Os meus braços<br />
procuram-te, lábios entrelaçados<br />
Inundam o desejo da desventura.<br />
Enquanto os nossos lábios<br />
mergulham-se,<br />
o silêncio torna-se breve.<br />
Os nossos lábios se acham,<br />
a poesia reinicia<br />
todos os lábios neste instante<br />
se encobre e se doam.</p>
<p>Ao luar</p>
<p>Na minha mão<br />
há pássaros<br />
há esperanças,<br />
há paz<br />
há seres humanos,<br />
há também um poema<br />
recém-nascido, terno<br />
quase irradiante<br />
há luas, sois<br />
há dias melhores<br />
utopias e quimeras,<br />
crianças brincando;<br />
Há uma lua<br />
cheia e sorridente,<br />
como uma criança<br />
que guarda em si<br />
uma pureza branca<br />
de pequenina lua.</p>
<p>Recíproco</p>
<p>Me sinto uma lágrima tua<br />
não tardo neste momento<br />
das minhas serem suas.<br />
E nesta face macia<br />
lágrimas embevecidas<br />
por ti,<br />
morrem nas tuas mãos:<br />
A lágrima nos purifica<br />
um poema da vida<br />
torna uma outra lágrima<br />
no oceano da vida.<br />
Se chorarmos cria um mar<br />
um oceano, um mundo<br />
e se sorrimos<br />
crianças ambos:<br />
- a beleza, o amor, tudo.</p>
<p>Uma Lágrima<br />
Quanto vale uma lágrima,<br />
salgada e cheia,<br />
destas que inundam e<br />
curam a alma,<br />
uma gota, pequena e serena.<br />
Uma lágrima densa<br />
que dança entre os contornos<br />
da face bela e morena,<br />
uma lágrima de cristo<br />
que lave a minha impureza.<br />
Quanto vale uma lágrima<br />
ao qual o mar abriga?<br />
quanto será que vale um<br />
oceano imerso de lágrimas?</p>
<p>Não Verás o pôr-do-sol?<br />
Acorda-te<br />
não verá s crianças<br />
Brincando,<br />
Acorda-te<br />
não amarás a última mulher.<br />
Acorda-te<br />
não viverás a última chama.<br />
Acorda-te<br />
não verás o segredo embutido na carne.<br />
Acorda-te não darás o último sorriso.<br />
Acorda-te:<br />
- É preciso ver a impureza do mundo.</p>
<p>Um amor raro<br />
Um amor raro<br />
nasce e nunca morre,<br />
denúncia a cada instante<br />
a inexistência do tempo.<br />
Um amor raro<br />
nasce sem perguntas<br />
sem pátria e razão<br />
Um amor raro<br />
receita a si mesmo, no infinito<br />
procura no frio do outono<br />
no cheiro de novas flores,<br />
o olhar alforriado<br />
abraços perdidos e um simples gesto<br />
Um amor raro<br />
renasce a cada momento<br />
e nunca morre.</p>
<p>Para Ouro Preto<br />
Não há nenhuma cidade<br />
como Ouro Preto, tão bela!<br />
a sua história inspira liberdade<br />
e se encontra em cada<br />
monumento dela!<br />
Ah! No teu ventre beira a felicidade<br />
de gritar-lhe no véu da aventura<br />
como uma paixão madura<br />
que me pulsa com veracidade!<br />
A sua história vagueia o infinito<br />
como um riso de uma criança<br />
é tão forte quanto a esperança.<br />
Ah! Ouro a tua herança:<br />
- És tão pura como um grito<br />
e tão bela como uma dança.</p>
<p>A minha mãe</p>
<p>A minha mãe é uma doce amiga<br />
Vagueávamos juntos, de mãos dadas<br />
ambos revíamos fotos tiradas<br />
nada desfazia a nossa história antiga.<br />
Renovava-se por horas passadas<br />
ambos andávamos juntos<br />
aos bosques com flores encontradas.<br />
E de repente ambos,<br />
Ríamos que éramos tão amigos<br />
que a cor dos nossos olhos,<br />
Desenrolavam-se em tons antigos,<br />
Como as nossas fotografias<br />
Tiradas a tanto tempo.</p>
<p>O Relógio e o Tempo<br />
Andava com um lindo relógio<br />
no pulso ficava, visivelmente<br />
enquanto o tempo passava<br />
ele se sentia o próprio cronológico.<br />
Estava sempre com pressa. Rapidamente<br />
Olhava o tempo no seu relógio<br />
e andava mas apressadamente,<br />
pensando que isto era lógico.<br />
Coitado! O seu pobre relógio<br />
um dia &#8230; Cansado, parou<br />
o seu dono tão descontente ficou.<br />
Olhou o relógio que tanto amou<br />
e diante do transitório<br />
caiu ao chão triste.<br />
O tempo era somente<br />
um simples relógio<br />
que parado parecia, lógico.<br />
Aquele que achava-se cronológico<br />
o medidor do tempo, invente<br />
um outro relógio.<br />
Mesmo assim tome cuidado!<br />
que o tempo não se sente,<br />
olhe para seu relógio novamente<br />
ele trabalhava, agora esta parado<br />
talvez&#8230; Cansou de ser simplesmente<br />
um servo do tempo&#8230; Inalterado.</p>
<p>Assassinato</p>
<p>Corro<br />
Amplio-me<br />
Na multidão</p>
<p>A vida urbana tragada<br />
A cada<br />
Instante de<br />
Inexistência de ar.</p>
<p>Seres humanos<br />
Somos muitos<br />
tão inigualáveis e frágeis<br />
tão singulares e imprevisíveis,<br />
somos seres humanos.<br />
somos muitos<br />
talvez hajam mais,<br />
somos muitos,<br />
Por isso, ainda, somos.<br />
seres humanos.</p>
<p>A procura</p>
<p>Procuro a oportunidade<br />
no intervalo<br />
de café fresco<br />
de padaria.<br />
Procuro na incerteza<br />
a decisão súbita<br />
que muda<br />
tudo.<br />
Procuro no olhar<br />
perdido<br />
a profundeza<br />
dos oceanos.<br />
Procuro no gargalho<br />
da palavra,<br />
uma que seja,<br />
para expressar<br />
tudo que sinto.</p>
<p>Sob o Corpo</p>
<p>As minhas mãos<br />
percorrem os rios<br />
do teu corpo<br />
Segue o curso<br />
no suor<br />
ao teu<br />
umbigo<br />
Ainda há cachoeiras<br />
nos teus seios,<br />
há mistérios no teu corpo<br />
demais para<br />
o anonimato das minhas mãos.</p>
<p>Para o Corpo</p>
<p>Hei de pegá-la<br />
e traçar um limite<br />
dos teus gestos e gemidos<br />
traçarei sempre<br />
com beijos ininterruptos<br />
sob o teu corpo inteiro.<br />
Na selva, na miragem,<br />
na cobertura<br />
do mistério.<br />
Na calma mútua<br />
sob a cama<br />
um oceano de gozo.</p>
<p>Um Pequeno Passo</p>
<p>Um pequeno passo<br />
faz um pássaro ser livre<br />
e mãos trêmulas<br />
paralisarem por iminente segurança.<br />
Um passo verdadeiro<br />
faz a vida<br />
um instante novo.</p>
<p>A Um Novo Amor II</p>
<p>Antes que a chama se apague<br />
gritarei alto e teu nome<br />
para os pássaros se encantarem.<br />
Gritarei de frente aos horizontes<br />
tudo que sinto, por você<br />
Mas isto é pouco<br />
pois, tenho agora, meu amor<br />
todo o sentimento de uma vida<br />
e não vou desperdiça-lo.<br />
Por isso abro os braços,<br />
dou-lhe o que tenho:<br />
- Um coração cheio<br />
de esperança, transmudado<br />
em rosas.</p>
<p>Misto<br />
Quero um amor<br />
a cada momento<br />
um amor sem fim<br />
vou dedicá-lo pactuado com o tempo<br />
no infinito.<br />
Mas o que sentirei depois,<br />
será bom<br />
como um abraço.</p>
<p>Casa-Corpo</p>
<p>Não possuo corpo,<br />
a minha casa é a<br />
fagulha do tempo<br />
Adquiro novos hábitos<br />
a cada mudança<br />
deixo de pertencer,</p>
<p>Não tenho casa<br />
tampouco corpo,<br />
sou andarilho que renega a sua<br />
própria<br />
a transitoriedade,</p>
<p>Jazidas do Amor</p>
<p>Há poucas jazidas do amor<br />
a serem descobertas,<br />
mas são suficientes para o infinito.<br />
O ouro da jazida de amor,<br />
será o perdão para compreensão<br />
e dará frutos de infinitos sorrisos<br />
com o gosto de abraços mútuos<br />
por encontros perdidos.<br />
Há ainda muitas jazidas de amor<br />
a serem descobertas<br />
no coração do homem.</p>
<p>A Humildade<br />
Gotas de orvalhos<br />
brilham debaixo da montanha<br />
o sol se põe,<br />
no gesto puro de humildade<br />
Há um passante triste,<br />
olha com lágrimas no rosto<br />
a mancha rosada no céu,<br />
o sol se pôs,<br />
embora a noite o respeite<br />
e abrace a lua humildemente.<br />
O passante olha<br />
e silencia-se em gesto solitário<br />
e a noite devagar caminha<br />
humilde o passante<br />
reconhece-se no gesto<br />
incomum a natureza.</p>
<p>Um Rio</p>
<p>Corre transparente<br />
o rio branco e suave,<br />
desliza calmamente<br />
entre os ombros das pedras,<br />
O rio vivo corre por vielas,<br />
e cai, como sangue<br />
no corpo-pedra.<br />
O coração do rio é oceano,<br />
o rio respira<br />
a cada fagulha, e renasce.<br />
O rio nasce e renasce<br />
e no entanto um rio<br />
é transitório enquanto corre<br />
para o oceanoOuro Preto</p>
<p>Ouro Preto caminha com a gente<br />
respira e renasce,<br />
cada da romaria nova<br />
e ressurge<br />
das cinzas.<br />
Ouro Preto lembra tudo!<br />
As suas montanhas,<br />
É o regresso<br />
Do vale de seus<br />
Segredos;</p>
<p>Despeço de mim mesmo<br />
Dentro de Ouro Preto,<br />
E volto ao<br />
Seu cheiro<br />
De esperança!</p>
<p>A Procura de Uma Mulata</p>
<p>Procuro numa densa aquarela<br />
uma cor tipo mulata madura<br />
que nasça da aventura,<br />
com uma pureza plena,<br />
Pego nas mãos da mulata<br />
ternas e livres<br />
acariciam a minha inquietude.<br />
E neste momento acho<br />
a mulata madura<br />
numa moldura branca amarelada.</p>
<p>A Todas as Mães</p>
<p>Abençoadas mães<br />
que acalmam filhos sedentos<br />
abençoadas mães que falam<br />
e ouvem os seus filhos.<br />
Mães fortes e humanos<br />
que não ousam chorarem<br />
de frente aos filhos.<br />
Mães gigantes, mulheres fascinantes<br />
de cores e gestos singulares<br />
são mães e filhas da incerteza.<br />
Mães que não caiem<br />
de frente aos teus filhos<br />
porém são mulheres de sensibilidade<br />
que abraçam e choram<br />
e sonham por teus filhos<br />
por isso são:</p>
<p>-mães !</p>
<p>O Corpo: - Seiva do gozo</p>
<p>No teu seio brota o meu desejo<br />
Banhado<br />
ávido.<br />
No teu corpo esta a marca<br />
gravada de minas mãos<br />
a sua densa cor,<br />
brilha a continuidade<br />
ininterrupta dos nossos beijos.<br />
Rolamos nus<br />
despidos, loucos<br />
e a cada gemido,<br />
e banharemos ambos<br />
de um puro gozo!</p>
<p>A Lei do Amor<br />
O amor não deve pedir<br />
deve agradecer<br />
esta é a sua maior virtude.<br />
O amor deve expor<br />
não demais a si mesmo<br />
o suficiente para encantar<br />
esta é a sua lei.<br />
O amor tem cheiro de paz<br />
do aconchego,<br />
o barulho do silêncio,<br />
a humildade dos sorrisos<br />
a eficiência do diágolo,<br />
a expressividade das lágrimas.<br />
O amor não é, apenas, amor<br />
são sonhos e alegrias múltiplas!<br />
Inúmeros abraços e lágrimas<br />
se expandindo<br />
no pôr-do-sol.</p>
<p>O Amor, a Paixão.<br />
A paixão lubrifica a alma,<br />
o amor mantém a calma.<br />
A paixão fala, o amor ouve.<br />
A paixão insinua e emotiva.<br />
O amor obtém de si<br />
a sua própria pureza.<br />
O amor está junto<br />
a paixão misturada<br />
o amor abraça e multiplica<br />
a paixão explora e subtrai.<br />
O amor é construído<br />
por isso é a soma de fatores.<br />
A paixão é o desejo bruto,<br />
o amor é desejo lapidado<br />
mas é impossível<br />
ambos não se encontra.</p>
<p>A Liberdade</p>
<p>Sou livre como as estrelas,<br />
que brilham para o universo,<br />
e para si mesmos.<br />
Sou livre, tanto quanto<br />
as minhas azas,<br />
e tenho a liberdade<br />
do silêncio,<br />
e a prisão dos dicionários.</p>
<p>Paixão: Uma Angústia</p>
<p>Nos horizontes<br />
paira a angústia da amada<br />
a distância aguda<br />
em meio a ânsia<br />
incontida na ausência.<br />
Ainda que todas ruas falassem,<br />
a angústia da paixão<br />
sai a cada poro desejado<br />
a cada perfume de<br />
rosas recém nascidas.<br />
Por isso silêncio-me<br />
a noite, meio a insônia<br />
se distribui em cada sentido<br />
em cada gesto aflito,<br />
em cada instante retido.<br />
Então, olho os horizonte<br />
e desabafo em gestos<br />
a natureza me acolha<br />
e eu acolho-a basta!<br />
A paixão teme a calma!</p>
<p>Feminino</p>
<p>Não basta ser apenas mulher,<br />
ter a suavidade e a brevidade<br />
dos gestos,<br />
A mulher-feminina orgulha-se<br />
do sangue que a purifica<br />
orgulha-se de sua fortaleza<br />
ocultada na sua sutileza.<br />
A mulher feminina é intensa<br />
sobe e desce ladeiras íngremes<br />
a força dela esta no olhar<br />
nas tuas percepções e no coração.<br />
Ser feminina é mais<br />
que sexualidade,<br />
a feminilidade é um sexo<br />
sem pátria<br />
é o cheiro que a mulher exala<br />
quando menstrua e enraivadece.<br />
Ser feminina é a pureza<br />
absorvida e ocultada<br />
que quase todas as mulheres<br />
possuem, mas temam em ocultar.</p>
<p>Poeminha ao Natal</p>
<p>O natal lembra-me a solidão<br />
o silêncio de águas benzidas<br />
e de um momento social.<br />
Arregaço as mangas<br />
de camisas natalinas<br />
fruto de um ritual<br />
que pouco no enriquece.<br />
Porém é natal<br />
as pessoas não distribuem<br />
abraços e sorrisos caminham e caminham<br />
inúteis, no ritual<br />
frio e inumano.</p>
<p>Flores</p>
<p>Pego uma flor<br />
úmida, pequena, serena,<br />
as suas pétalas<br />
são de rosas-mundo.<br />
Uma flor, um poema<br />
nascem, crescem e não<br />
morrem<br />
fecundam sempre,<br />
renascem, de quando<br />
em quando,<br />
e respiram<br />
o oxigênio<br />
da vida.</p>
<p>Os Horizontes</p>
<p>Os horizontes são vastos<br />
os meus olhos se perdem,<br />
abro os curtos braços,<br />
e não os alcançam.<br />
Assim desperto<br />
e vejo quase inevitável<br />
o pôr-do-sol rosado,<br />
e silêncio-me<br />
ali moram a saudade,<br />
saudade dos horizonte.</p>
<p>O Reencontro</p>
<p>Tive um inoportuno encontro:<br />
- entre eu e eu mesmo.<br />
sentei-me ao lado do outro,<br />
enquanto inquieto olhava o esmo.<br />
A minha opinião, não era um termo<br />
era vaga, um desencontro<br />
através do espelho esmo,<br />
grite, bem alto: - “Agora estou pronto”<br />
O outro senão eu,<br />
acendeu um cigarro e riu,<br />
de repente, porém, estava triste,<br />
olhando resignadamente o céu.<br />
Os meus olhos não viu,<br />
quando o outro fugiu,<br />
dentro da minha angústia.<br />
Suspirei e ouvi o meu coração<br />
batendo tão aceleradamente<br />
que percebi que eu era um louco!<br />
Conversava comigo mesmo<br />
e que a minha vida pouco-a-pouco<br />
se tornava um esmo:<br />
- de amores e ódios somente.</p>
<p>Ao Jardim Amigo</p>
<p>Nestes jardins verdes de outono<br />
refletem passos ligeiros,<br />
numa magra sombra,<br />
uma amizade de repente,<br />
transfere para mim todas<br />
as rosas,<br />
deste verde jardim.<br />
Amizade é o néctar das rosas<br />
essência de almas<br />
encontro e desencontro<br />
de sorrisos e lágrimas.<br />
Abraçai-as!</p>
<p>A Uma Amiga</p>
<p>Passaram-se anos<br />
tua essência se fez presente<br />
a ausência mesclada a teu perfume<br />
palavras são incapazes<br />
de lhe descrever.<br />
A lembrança amiga<br />
rompe o instante<br />
que ambos sentimos distantes,<br />
o tempo não nos subtraiu:<br />
- O nosso amor é o mesmo!</p>
<p>Uma Mãe</p>
<p>Uma mulher estéril chora,<br />
se ela pudesse arrancaria<br />
o seu útero<br />
e o faria<br />
brotar das cinzas<br />
Mulher tão feita,<br />
Tão impura,<br />
Castigada pela a sua<br />
Própria fraqueza,</p>
<p>No entanto,<br />
Quando mãe,<br />
Torna-se a uma outra primavera,<br />
Com várias<br />
Invisíveis flores,<br />
Ressurge<br />
e renasce<br />
MÃE!</p>
<p>O Tempo</p>
<p>O outono arrebata<br />
para fora de mim<br />
a inexistência existente<br />
do tempo.</p>
<p>O inverno fi-lo aqui<br />
nas linhas das mãos,<br />
e a primavera renascerá<br />
um pouco mais efêmera.<br />
Mas o tempo<br />
inexistente e permanente<br />
faz do outono<br />
branco, no poema primaveril.</p>
</div>
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		<title>Textos filosóficos</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 21:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Mendes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Textos Filosóficos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é o amor


O amor é o sentimento mais raro e necessário do mundo!
Raro porque somente ele é capaz de nos fazer novos seres humanos e necessário pois nele é que se pousa todas as esperanças de um mundo melhor.
Existem várias formas de amar e se amar, mas o amor tem um pé no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3 class="post-title entry-title"><a href="http://poetasoares.wordpress.com/wp-admin/wwwandresoares.blogspot.com">O que é o amor</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<blockquote><p><a href="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBY64IsRDPI/AAAAAAAAAKs/S2XQhQMbLD8/s1600-h/poeta.jpg"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp1.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBY64IsRDPI/AAAAAAAAAKs/S2XQhQMbLD8/s320/poeta.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p><strong><em>O amor é o sentimento mais raro e necessário do mundo!</em></strong></p>
<p>Raro porque somente ele é capaz de nos fazer novos seres humanos e necessário pois nele é que se pousa todas as esperanças de um mundo melhor.</p>
<p>Existem várias formas de amar e se amar, mas o amor tem um pé no presente e um asa no futuro.O amor controí e reconstroí. Multiplica e divide alegrias, nos deixa como somos para sermos melhores, conosco e como o mundo!</p>
<p>O amor nos faz gigantes, nos faz arriscar por portos jamais idos.Contudo o amor é muito mais que isso, é o único que nos faz mudarmos seja o amor próprio, seja o amor alheio.</p>
<p>O amor é belo por isso e por tudo que ainda virá!</p></blockquote>
</div>
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		<title>Entrevista com André Mendes</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 21:53:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Mendes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Entrevista com André Mendes]]></category>

		<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com : André Mendes

 

I -Quando você começou a ler?
R:. Comecei ler no final da minha adolescência, aos 17 para 18 anos.
No início eu li algo muito complexo par o momento que estava vivendo, no entanto me fascinava como se eu a compreendesse.Li Albert Einstein, Isaac Newton, Nietzsche, Picasso Charles Chaplin e Charles Darwin entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3 class="post-title entry-title"><a href="http://poetasoares.wordpress.com/wp-admin/wwwandresoares.blogspot.com">Entrevista com : André Mendes</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<p> </p>
<blockquote><p><strong><a href="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBYwbYsRDOI/AAAAAAAAAKk/v1v8Ds9nzXw/s1600-h/poeta.jpg"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBYwbYsRDOI/AAAAAAAAAKk/v1v8Ds9nzXw/s320/poeta.jpg" border="0" alt="" /></a></strong></p>
<p><em>I -Quando você começou a ler?</em></p>
<p>R:. Comecei ler no final da minha adolescência, aos 17 para 18 anos.</p>
<p>No início eu li algo muito complexo par o momento que estava vivendo, no entanto me fascinava como se eu a compreendesse.Li Albert Einstein, Isaac Newton, Nietzsche, Picasso Charles Chaplin e Charles Darwin entre outros Eu os considerava e os considero geniais.Os seus pensamentos moldaram a minha limitada visão de mundo.Logo depois li o meu primeiro romance policial: Hotel Brasil de Frei Betto, uns dos escritores contemporâneo que mais admiro, daí não parei e nem pretendo parar.</p>
<p><em>II- Quando você começou a escrever?</em></p>
<p>R:. Em 2000, escrevi a minha primeira crônica cuja a minha professora de português me escrevi um pouco de tudo, somente em 2006 comecei a me dedicar integralmente a literatura em destaque a poesia.</p>
<p><em>III-Como você cria os seus poemas e histórias?</em></p>
<p>R:. Na poesia, crônica e textos em geral o que me atrai são os sentimentos como angústia, medo e liberdade entre outros.<br />
Quando escrevo eu transpiro todos os meus aspectos mais relevantes das minhas mais íntimas emoções.</p>
<p><em>IV-Quais são os seus autores preferidos?</em></p>
<p>R:. Os brasileiros são: Frei Betto, Fernando Sabino, Carlos Drummond,Alcione Araújo, Guimarães Rosa. Dos estrangeiros são: José Saramago, Fernando Pessoa,Mia Couto.</p>
<p><em>V-Que lugar a leitura ocupa em sua vida?</em></p>
<p>R:. Eu devo a leitura boa parte da minha formação crítica-social e sobretudo humano.A leitura me salvou do mundo cujo o fim é tão conhecido.A Leitura ocupa integralmente a minha vida!!!</p>
<p><em>VII- Além de escrever, o que você também gosta de fazer?</em></p>
<p>R:. Gosto muito de aprender coisas novas, adoro cozinhar.Mas o que me fascina é discutir temas sociais, como a pobreza e a violência do mundo.Acho que a leitura nos dá essa oportunidade de falar sobre variados temas sem fugir da nossa visão de mundo.Então o meu recado é que você leia de tudo, a leitura não têm limite e nem idade!</p></blockquote>
</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Crônicas</title>
		<link>http://poetasoares.wordpress.com/2008/04/28/8/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 21:48:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Mendes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>

		<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

		<category><![CDATA[Crônica]]></category>

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		<description><![CDATA[
Crônica

 


Uma nova mulher
O mercado de trabalho, ganhou uma fase tão feminina, que daqui alguns anos haverá mais mulheres trabalhando do alguns homens!
As mulheres mereceram e merecem estarem onde estão hoje,lutaram ativamente pelo voto, cargo e igualdade salarial,no entanto jamais se viu o cosumo feminino tanto de cigarro quanto de bebidas alcoólicas.
Acredito que as mulheres, tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div class="post hentry"><a name="470728126416043853"></a></div>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="http://poetasoares.wordpress.com/wp-admin/wwwandresoares.blogspot.com">Crônica</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<p> </p>
<blockquote>
<div><strong><a href="http://bp3.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBYt9osRDNI/AAAAAAAAAKc/RVmgwj_JItg/s1600-h/poeta.jpg"><img style="float:left;cursor:pointer;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp3.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBYt9osRDNI/AAAAAAAAAKc/RVmgwj_JItg/s320/poeta.jpg" border="0" alt="" /></a></strong></div>
<p><strong><em>Uma nova mulher</em></p>
<p>O mercado de trabalho, ganhou uma fase tão feminina, que daqui alguns anos haverá mais mulheres trabalhando do alguns homens!</p>
<p>As mulheres mereceram e merecem estarem onde estão hoje,lutaram ativamente pelo voto, cargo e igualdade salarial,no entanto jamais se viu o cosumo feminino tanto de cigarro quanto de bebidas alcoólicas.</p>
<p>Acredito que as mulheres, tão competitivas entre si, estão projetando isso no sexo oposto.Elas conseguiram o queriam? <em>Ou estão buscando serem iguais aos homens, em cargo salário,sexo e hábito</em>????</p>
<p></strong></p></blockquote>
<p> </p>
</div>
<div class="post hentry"><a name="4655208618688930457"></a></div>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="http://poetasoares.wordpress.com/wp-admin/wwwandresoares.blogspot.com">Crônicas</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<div><strong><a href="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBJRIYsRDGI/AAAAAAAAAJk/KThZiXJIi2Q/s1600-h/poeta.jpg"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp2.blogger.com/_z87G2Ib09CE/SBJRIYsRDGI/AAAAAAAAAJk/KThZiXJIi2Q/s320/poeta.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
Séc. XXI, o que terá de novo?</strong></div>
<p><strong>O séc XXI é século dos séculos,portanto será como prevêem muitos um século<br />
decisivo.<br />
Não porque o aquecimento global dificultará a vida na Terra, nem que a Amazónia será reduzida a metade.O século XXI é inigual porque já sobrevivemos a quase tudo.<br />
No entanto falta ainda uma prova , a da educação.Será que a venceremos?</p>
<p>O trabalho, dignifica o homem?</p>
<p>Quem disse esse título foi,Getúlio vargas, então presidente do Brasil, acredito que até em certo ponto o trabalho dignifica,à medida que ele nos dá um retorno tanto financeiro quanto emocional.<br />
Não podemos esquecer que quanto mais acharmos que somos insubstituíveis no trabalho mas seremos dependentes dele, e aí a sua dignidade não será a mesma.</p>
<p>Pare de falar mal da rotina, uai!!!!</p>
<p>Se não fosse a rotina já estaríamos extintos da Terra.Primeiro porque a rotina passa segurança que&#8221;permanência&#8221; mesmo que falsa e segundo a rotina é essencial.Já imaginou trocar de pai,trabalho, professor .Escova dental,cama,gato,casa ,mulher,marido, filho,gato e cachorro todos os dias.Seria um real holocausto,por isso pare de falar mal da rotina,uai!!!!!!!!!!!!!!</p>
<p></strong></div>
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		<title>Pensamentos/2008</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 21:47:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Mendes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pensamentos/2008]]></category>

		<category><![CDATA[Sem-categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Pensamentos


A obrigação é um homicida de idéias.
O erro é a melhor maneira de desculpar-se.
Somos educados para sermos “perfeitos” e não para sermos apenas, seres humanos.
As experiências são antídotos contra a nossa autodestruição.
A mentira é ensinada. A verdade é aprendida.
Viciamos em erros: - Quando não os compreendemos e, sobretudo não o humanizamos.
Antigamente subestimavam a mulher. Hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h3 class="post-title entry-title"><a href="http://wwwandresoares.blogspot.com/2008/04/pensamentos.html">Pensamentos</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
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A obrigação é um homicida de idéias.</p>
<p>O erro é a melhor maneira de desculpar-se.</p>
<p>Somos educados para sermos “perfeitos” e não para sermos apenas, seres humanos.</p>
<p>As experiências são antídotos contra a nossa autodestruição.</p>
<p>A mentira é ensinada. A verdade é aprendida.</p>
<p>Viciamos em erros: - Quando não os compreendemos e, sobretudo não o humanizamos.</p>
<p>Antigamente subestimavam a mulher. Hoje a temem.</p>
<p>Nada educa tanto quanto a “estupidez” do mundo.</p>
<p>A família é eternos dicionários, nos quais podemos consultar sempre.</p>
<p>A sociedade é uma indústria de tiranos e heróis.</p>
<p>Quem sonha só por sonhar prevalece na sombra da realidade.</p>
<p>Quem vive do passado: - Dorme no presente e não sonha com o futuro.</p>
<p>O maior defeito é do: - Julgamento precipitado.</p>
<p>A verdadeira ignorância é o acumulo da preguiça do saber e do aprender.</p>
<p>A solidão não nos procura. Nós é que a achamos.</p>
<p>Quem sonha, tem um caso de amor com a vida!</p>
<p>A necessidade não compra um sonho.</p>
<p>Criai sonhos, criai vidas!</p>
<p>O sacrifício é o esforço multiplicado pelo desejo de vitória!</p>
<p>A felicidade não admite duas escolhas</p>
<p>Não podemos condenar quem quer que seja pelo o<br />
desejo, mas pelo que não sente.</p>
<p>Prefiro morrer pelos meus sonhos,ao invés de<br />
matá-los</p>
<p>Entre os piores emoções esta a :<br />
auto-piedade.</p>
<p>O desejo é descartável, a intenção do desejo<br />
não.</p>
<p>O amadurecimento não é um estágio de<br />
sofrimento.</p>
<p>A utopia não é uma expressão nobre do sentido da<br />
vida, mas uma maneira de traduzir as esperanças em melhores<br />
horizontes.</p>
<p>Mal sempre ganha em quantidade.</p>
<p>O vício é a doença do prazer.</p>
<p>Somos tão jovens quanto a crença em nossos sonhos</p>
</div>
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