Publicado em 04pm212008 14, 2008 por André Mendes
Novas Poesias
SONHO
Eu sou de aço assim como os meus
sonhos.
Eu sou do tamanho
dos meus
sonhos
que são do tamanho do universo.
Os meus sonhos são de hoje
e de todos.
Mistério
O teu olhar
é um
enigma
O teu sorriso
mistério que
não
decifro.
Como
sentinela
você observa
e
indaga todos e tudo,
O
mistério começa
com olhar,
Olhar de curiosidade,
sem conceito,
virgem
de si.
Mistério começa e
termina com o olhar
dos
dicionários.
Algo
Algo me invade e
ensurdece
o meu escuro
como um grito feminino
estalado pelo [...]
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Publicado em 04pm172008 14, 2008 por André Mendes
Poema de abertura
Liberdade
Sou livre como as estrelas,
que brilham para
o universo,
e para si mesmas.
Sou livre, tanto quanto
as minhas
asas,
e tenho a liberdade
do silêncio,
e a prisão dos dicionários.
A palavra
É tudo que preciso,
Palavra é a minha Oceania
Meu
arquipélago
De solidão,
Palavra, absurda inaceitação!
Palavra
é tudo!
Biblioteca
O que tem?
A palavra
De tudo
O nada.
O absurdo
Do acumulo?
O que tem?
A mudez
ou nudez
fria e crua ?
Medo
Coloquei um
vestido
despido
para meu medo.
Vomitei um [...]
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